Big data no mercado imobiliário: quais impactos do uso de dados nesse setor?

Com o avanço das soluções tecnológicas, novos recursos passaram a ajudar diferentes mercados. Uma das principais possibilidades é o big data, que fornece informações importantes com base em integração de dados e elementos analíticos.

No mercado imobiliário, por exemplo, essa ferramenta se destaca e pode entregar bons resultados. Com a pandemia de covid-19 em 2020, em especial, o uso de informações relevantes foi reforçado e a adoção de tecnologia se tornou essencial para superar os desafios.

Nesse contexto, vale a pena saber o que é o big data e como ele atua no setor de imóveis, certo? Por isso, continue a leitura e entenda mais!

 

O que é big data?

O conceito de big data envolve uma grande disponibilidade de dados — que são obtidos de diferentes fontes. Ele traz a ideia de ter um elevado volume de informações, que podem ser cruzadas para encontrar novas possibilidades.

Nesse sentido, existe a big data analysis. Ela consiste em uma análise dessas informações, com um processamento rápido, automático e eficiente. A intenção é poder descobrir tendências, oportunidades e ameaças por meio da modelagem dos dados.

 

Quais desafios do mercado imobiliário o big data ajuda a resolver?

O big data pode ser utilizado em diversos contextos e um deles é o setor imobiliário. Afinal, o segmento sofre com desafiados ligados à burocracia de múltiplas etapas, o que afeta imobiliárias, corretores e clientes.

Por meio da integração de dados e automação de tarefas, por exemplo, existe a chance de atuar de maneira mais consistente e informada. Isso pode tornar certos processos mais simples e garantir maior qualificação para profissionais e empresas.

Logo, soluções tecnológicas podem ajudar a modificar esse cenário. Outro desafio é a análise de risco. Feita sem apoio da tecnologia, ela é menos precisa e mais lenta. É o caso da concessão de crédito imobiliário, que é especialmente complexa sem inovações tecnológicas.

Além disso, não usar uma tecnologia como o big data pode impedir o surgimento de novas soluções no setor. Portanto, ele é uma ferramenta que pode ser útil para superar muitos desafios com a inovação.

 

Como o big data pode ser útil no mercado imobiliário?

Conforme você viu, o mercado imobiliário — em especial, no Brasil — tem inúmeros desafios. A boa notícia é que o big data pode auxiliar na solução de parte deles.

A seguir, veja quais resultados essa solução de transformação digital pode gerar no setor de imóveis!

 

Ajuda a ter o produto certo para o cliente

Encontrar a alternativa ideal para cada cliente é uma condição indispensável em praticamente todo mercado. No segmento de imóveis, isso é ainda mais importante, considerando o impacto da decisão de comprar ou alugar uma propriedade.

Por meio do big data, é possível avaliar dados referentes ao perfil e às preferências da pessoa para identificar as alternativas certas para os clientes. Isso pode ajudar o corretor a achar um imóvel para um comprador ou uma imobiliária a escolher os bens certos para o público de interesse.

 

Apoia a precificação de venda e locação dos imóveis

A definição do valor de um imóvel ou do valor do aluguel de um imóvel pode ser muito subjetiva e complexa. Afinal, são muitas as variáveis usadas, o que pode diminuir o grau de precisão da avaliação. Com o big data, é possível superar esse desafio.

O uso de dados de diversas fontes — como preços de venda e locação em diferentes áreas —, ajuda a fazer comparações e modelar preços com mais eficiência. Assim, pode ser mais fácil chegar ao preço justo de imóveis e favorecer as negociações.

 

Aumenta o foco nos resultados

Sem o uso estratégico de tecnologia, os profissionais do mercado de trabalho precisam realizar diversas atividades repetitivas e burocráticas. Como consequência, eles dividem o tempo e a atenção com questões que, nem sempre, têm grande valor agregado.

O big data pode mudar esse contexto. Como etapas operacionais e burocráticas são apoiadas pela tecnologia, os profissionais podem focar em questões mais específicas e relevantes. Isso permite um direcionamento maior para resultados, o que auxilia na consolidação de desempenho.

 

Estimula a eficiência operacional

Com base no que você viu até aqui, foi possível notar que as tarefas do mercado imobiliário ganham eficiência diante da união entre big data e inteligência analítica. Afinal, há maior precisão, menos erros e melhor fluxo de informações.

Então existe a chance de entregar resultados otimizados e com um uso eficiente dos recursos disponíveis. Assim, pode-se garantir uma atuação mais qualificada para corretores e imobiliárias, o que afeta positivamente a experiência do cliente.

 

Qual é a importância da integração das soluções tecnológicas?

Conhecendo mais sobre o big data, você pode ver que seu uso é muito conveniente e oferece diversas possibilidades no mercado imobiliário. Contudo, ele só é capaz de gerar conhecimento, efetivamente, quando é usado de forma integrada.

Por isso, é necessário pensar em soluções que funcionem de maneira conjunta. Integrar sistemas e ferramentas, ajuda a criar uma base de dados mais estruturada e relevante. Como consequência, a análise também pode ser favorecida.

Com essas informações, agora você sabe o que é o big data e como ele interfere no mercado imobiliário. Com um uso estruturado e integrado, é possível gerar impactos positivos para corretores, imobiliárias e clientes — aumentando a satisfação de todos os envolvidos nesse processo.

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Aumento da procura por aluguel no mercado: um panorama do setor!

O panorama do mercado imobiliário tem mudado bastante nos últimos anos. Acontecimentos como a pandemia de Covid-19 influenciaram o setor e trouxeram novas perspectivas. Isso aconteceu, principalmente, devido ao aumento na procura por aluguéis.

De forma geral, a quarentena estimulou as pessoas a reavaliar o lugar onde vivem. Com isso, quem possui imóveis para alugar também encontrou oportunidades para se beneficiar do momento.

Neste artigo, você verá um panorama do setor imobiliário sobre a procura por aluguel de imóveis no Brasil. Continue a leitura e saiba mais!

 

A pandemia de Covid-19 e o mercado imobiliário

A pandemia que ganhou força em 2020 gerou uma crise econômica em diversos setores. O principal motivo é que as medidas utilizadas para conter a disseminação do vírus trouxeram diversas limitações. Nesse contexto, o mercado imobiliário também foi afetado.

Por exemplo, novas construções ficaram paralisadas devido às dificuldades que surgiram. A rotina de visitar casas e apartamentos para compra ou aluguel também foi afetada pela necessidade de distanciamento social. Além disso, muitas famílias tiveram problemas em suas fontes de renda.

No entanto, apesar das dificuldades, o mercado imobiliário apresentou alto poder de resiliência — e ajudaram a manter a economia aquecida. Com o auxílio da inovação, novas possibilidade surgiram para o setor nesse período.

Para tentar contornar as barreiras geográficas, a possibilidade de visitas online, por exemplo, aumentou. Ademais, alguns fatores foram importantes impulsionadores da retomada econômica — e do avanço do mercado mesmo diante das dificuldades.

Entre eles, estão as taxas básicas de juros, as linhas de crédito favoráveis e os bons preços nos imóveis. Assim, mesmo com o momento de baixa nos primeiros meses da pandemia, o setor imobiliário seguiu se recuperando e registrando altas.

A busca por casas e apartamentos para alugar em portais da internet, por exemplo, teve crescimento de 20% no terceiro trimestre de 2020 em relação ao mesmo período de 2019.

 

Principais tendências para o mercado imobiliários pós-pandemia

Uma das novidades trazidas pela pandemia e que deve se manter pelos próximos anos é o home office. Para economizar recursos, muitas empresas devem institucionalizar o trabalho remoto ao menos alguns dias por semana.

Assim, as pessoas precisarão de espaços maiores e mais confortáveis para trabalhar. Cômodos amplos poderão ser utilizados como escritório e esses fatores devem se refletir na busca por imóveis maiores.

Ainda, com o isolamento social, as famílias puderam passar mais tempo juntas. A tendência, portanto, é que elas queiram imóveis com ambientes que promovam a convivência familiar mais confortável. Isso deve impactar as novas construções.

As opções de lazer também precisarão ser reinventadas. Afinal, as casas e os apartamentos passaram a ser locais não só de trabalho, como também de estudo, exercícios e diversão. Com isso, as pessoas tiveram que adaptar suas rotinas à nova realidade, dando mais valor aos espaços privativos.

Não apenas casas e apartamentos maiores devem ser uma das principais tendências do mercado imobiliário pós-pandemia. Imóveis afastados também podem ser mais buscados, em razão da melhor qualidade de vida de algumas cidades pequenas em relação aos grandes centros urbanos.

Isso está diretamente relacionado à flexibilização que o home office oferece para os profissionais. Sem a necessidade de estar presente na empresa, é possível buscar ambientes mais calmos e tranquilos para morar, sem se preocupar com a distância do trabalho.

O uso da tecnologia também tende a ser uma importante mudança no segmento imobiliário. Com ela, as visitas podem ser agendadas de forma online e ganham muito mais praticidade quando são feitas por meio de chamadas de vídeo, por exemplo. Até mesmo as assinaturas de contratos foram otimizadas.

Toda essa movimentação gerou intensas buscas por novos imóveis, que atendessem às necessidades das famílias. Por isso, a procura por aluguéis acelerou.

 

Aumento nas buscas por aluguel

Como você viu, alguns fatores vêm refletindo na busca por novas opções de moradia e as buscas pelo termo na internet são crescentes. Além do avanço na procura em sites específicos, as buscas por casas para alugar no Google apresentaram um aumento de 668%, segundo a empresa.

Esse dado sinaliza que as pessoas têm se interessado em encontrar novos lugares para morar de aluguel. Por outro lado, a busca pelos aluguéis por temporada segue com demanda retraída. No entanto, a categoria vem reagindo às medidas de flexibilização.

O aquecimento do setor imobiliário, portanto, pode ser percebido em todo o país. Com o avanço na vacinação e a possível melhora da economia após a pandemia, a expectativa é que o mercado — especialmente a busca por imóveis para alugar — se mantenha cada vez mais aquecido.

 

Antecipação de aluguéis como alternativa

Diante do panorama favorável do setor imobiliário, quem tem imóveis para alugar pode aproveitar o momento para encontrar um locatário. Além disso, é possível receber de 1 a 12 meses de aluguel antecipado por meio da antecipação de aluguéis.

O processo é uma cessão de créditos do contrato de locação. Ou seja, funciona como uma compra e venda do direito de receber os aluguéis futuros. A operação permite que o proprietário antecipe os valores que seriam recebidos a prazo e possa recebê-los à vista.

Você pode usar o montante referente à antecipação de aluguéis para o que precisar. Por exemplo, é possível quitar o condomínio, reformar ou mobiliar o imóvel, fazer investimentos, entre outros planos. O dinheiro fica disponível para o proprietário, que tem a liberdade de usá-lo conforme sua conveniência.

Vale destacar que a antecipação é isenta de Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), o imóvel não entra em garantia e, se o inquilino não pagar, você não será cobrado. Para trazer ainda mais benefícios, todo o processo é 100% digital, rápido e sem burocracia.

Entender o panorama do mercado imobiliário brasileiro permite aproveitar oportunidades conforme as tendências. Nesse cenário, quem tem imóveis disponíveis para locação pode se beneficiar da situação atual. Afinal, muitas pessoas têm buscado imóveis para alugar, tanto em suas cidades quanto em outros locais que desejam morar.

Gostou do conteúdo e ficou interessado em alugar sua casa ou seu apartamento? Complemente a leitura e descubra como agilizar o processo de locação de imóveis!