Como declarar o recebimento de aluguel em seu Imposto de Renda?

As regras sobre como declarar o Imposto de Renda (IR) sobre aluguel ainda geram muitas dúvidas. Mas é fundamental ter atenção a essa tarefa, pois informações erradas ou omitidas podem levar o contribuinte à malha fina.

Para tanto, é importante entender o processo e as tributações envolvidas. Ademais, tanto o locatário quanto o locador precisam fazer a declaração corretamente. Isso porque mesmo que não seja um item dedutível do IR, os valores pagos pelo inquilino constituem renda para o proprietário.

Continue a leitura e entenda como declarar o recebimento de aluguel no Imposto de Renda 2021. Vamos lá?

Quem deve declarar o IR 2021?

Em 2021, está obrigado a apresentar a declaração de ajuste anual do Imposto de Renda quem, no ano de 2020:

  • recebeu rendimentos tributáveis cuja soma foi superior a R$28.559,70;
  • recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$40 mil;
  • realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;
  • obteve receita bruta em valor superior a R$142.798,50 relativa à atividade rural;
  • teve, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos de valor total superior a R$300 mil;
  • foi beneficiário do auxílio emergencial para enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente da covid-19 e que tenha recebido outros rendimentos tributáveis superiores a R$22.847,76.

Assim, se você estiver obrigado a declarar – ou se optar pela declaração – e recebe (ou paga) aluguel, precisa entender como funciona a tributação e a declaração do aluguel no IR.

Como funciona a tributação dos aluguéis?

O Imposto de Renda sobre aluguéis pode ser ou não retido na fonte. Para entender qual é o caso, é necessário identificar quem são os sujeitos do contrato de locação. Ou seja, devemos determinar o locador (proprietário do imóvel) e o locatário ou inquilino, que é responsável pelo pagamento.

O valor pago pelo aluguel estará sujeito à retenção do IR quando o locatário for pessoa jurídica e o locador uma pessoa física. Se o valor for passível de retenção, é necessário aplicar a tabela progressiva do Imposto de Renda, divulgada pela Receita Federal.

Após a faixa de isenção, a alíquota varia entre 7,5% e 27,5% do valor, conforme o montante do aluguel. O procedimento deve ser feito pelo inquilino pessoa jurídica mesmo nos aluguéis por intermédio de imobiliária.

Por outro lado, não há retenção do Imposto de Renda quando o locador e o locatário são pessoas físicas. Quando isso acontece, o proprietário do imóvel deve fazer o recolhimento do Imposto de Renda até o último dia útil do mês seguinte ao recebimento, sempre por meio do carnê-leão.

Também não há retenção do IR na fonte quando o locador é uma pessoa jurídica. Nessa situação, o proprietário deverá recolher o imposto de acordo com o seu regime tributário.

Atenção às antecipações

Contudo, lembre-se de que a retenção e o carnê-leão são antecipações de Imposto de Renda. Por isso, o pagamento deve acontecer mês a mês – e não apenas na Declaração Anual.

Assim, ao fazer a Declaração Anual de Imposto de Renda, todas as rendas tributáveis deverão ser consideradas para cálculo de IR – e as antecipações de imposto já pagos serão deduzidas. Somente após esses passos será possível identificar se há imposto devido ou a restituir.

Não recolher adequadamente impostos pode gerar penalidades perante a Receita Federal e aumentar o valor a ser pago de IR.

É importante destacar também que os valores pagos referentes ao imóvel e obrigações relacionadas podem não entrar na base de cálculo do IR, se tiverem sido pagos pelo locador sem reembolso pelo inquilino. É o caso do condomínio, do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), das taxas e de outras despesas previstas em lei.

Quando é necessário declarar o recebimento de aluguel?

Como você viu, o Governo Federal define critérios que tornam obrigatório o envio da declaração do Imposto de Renda. Dessa forma, se você se encaixa em um ou mais fatores que apresentamos e tem imóveis alugados, precisa declarar os aluguéis.

É fundamental ter cuidado ao preencher as informações, pois omissões podem fazer com que a declaração caia na malha fina. Para isso, a Receita Federal cruza os dados dos locatários e dos locadores para identificar eventuais irregularidades.

Se o proprietário não declarar o rendimento, mas o locatário (inquilino) informar o pagamento, a Receita notifica o processo como sonegação de informações. Isso pode levar à multa e prisão se não houver retificação, além de um processo administrativo.

Caso a situação não seja regularizada, o seu CPF ficará irregular, gerando diversos problemas. Entre eles, estão o impedimento para tirar passaporte, solicitar empréstimos e financiamentos, entre outros. Logo, é fundamental sempre agir de acordo com a legislação fiscal.

Como declarar o recebimento de aluguel no IR?

O primeiro passo para declarar o recebimento de aluguel no Imposto de Renda é baixar o programa no site da Receita Federal. É por meio dele que todas as informações referentes ao seu IR devem ser enviadas.

O campo em que você deve declarar o aluguel recebido depende do tipo de inquilino. Se ele for uma pessoa física, é necessário preencher a ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Física/Exterior”.

Se o inquilino for uma pessoa jurídica, a declaração dos pagamentos deve ser feita na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica”. Com relação ao valor, a regra define que você deve informar o aluguel líquido.

Ou seja, o valor será referente ao aluguel bruto definido no contrato, deduzido das despesas previstas na lei. Isso é válido independentemente do tipo de desconto que você escolheu na sua declaração — simplificado ou por deduções legais.

Outro ponto importante é saber o que você deve somar ao aluguel recebido. Se você teve pagamentos extra do locatário, como gratificações ou prêmios, isso deve constar na sua declaração.

É possível reduzir o IR sobre o aluguel?

Existe uma boa notícia para quem quer reduzir o valor do imposto sobre o aluguel. É possível utilizar a lei em seu favor para minimizar o IR sobre os rendimentos por meio da antecipação de aluguéis.

O processo de compra e venda do direito de receber os aluguéis futuros funciona como uma operação de cessão de créditos do contrato de locação. Esse tipo de operação conta com isenção de Imposto de Renda, limitado a R$ 35 mil ao mês.

Isso porque você receberá o valor da venda diretamente da instituição responsável pela antecipação, que por sua vez correrá o risco de receber (ou não) o aluguel do inquilino.

No entanto, existem dois pontos que devem ser observados. O primeiro é que a regra é válida apenas para locadores pessoas físicas. As pessoas jurídicas também podem antecipar os aluguéis, porém sem benefício fiscal previsto em lei.

O segundo trata dos valores já recebidos, que não se encaixam nesse benefício. Sendo assim, você só poderá contar com a isenção referente aos aluguéis futuros, após a cessão do crédito. E não há motivos para se preocupar, pois a operação está prevista em lei.

Agora que você sabe como declarar o recebimento de aluguel no Imposto de Renda, pode enviar a declaração da forma correta. Isso é muito importante para ficar de acordo com as suas obrigações fiscais e não ter problemas com a Receita Federal.

Gostou das informações? Então, não deixe de complementar a leitura e confira 5 vantagens de antecipar o aluguel com a Bold Finance!

Os perigos de não declarar o aluguel recebido no Imposto de Renda

Um dos erros mais comuns na hora de declarar Imposto de Renda é omitir os recebimentos de aluguéis. Você sabe quais são as consequências disso?

O recebimento de aluguéis é um dos itens que causa mais dúvida aos contribuintes na hora de declarar o Imposto de Renda. Em 2018, 60% das declarações foram retidas na malha fina por omissão de rendimentos, o equivalente a 379.547 documentos (referente aos rendimentos de 2017).

Proprietários e inquilinos devem relatar em suas declarações sobre o aluguel, para cruzamento de dados da Receita Federal, mesmo que inquilinos não tenham nenhum tipo de dedução.  Quando o locador deixa de colocar o rendimento, mas a fonte pagadora informa, ele está sonegando uma informação. Em caso de irregularidades, o caso pode render penalidade de R$5.000 e até seis anos de prisão.

Uma mudança feita pela Receita em 2019 é que o contribuinte recebe a informação se caiu na malha fina em 24 horas após enviar a documentação. No caso de informações erradas ou faltantes serem encontradas pelo Fisco, a declaração deverá ser retificada.

Ao decidir por não declarar Imposto de Renda, a situação pode ser bem pior. A partir desse momento, você passa a ser considerado sonegador de imposto do Governo, podendo receber um processo administrativo.

Neste caso, seu CPF ficará irregular, tendo diversos problemas, já que o documento é fundamental para compra, venda e aluguel de imóveis; empréstimos bancários, requerimento de passaporte, prestação de concurso público e até matrícula em instituições universitárias.

Agir de acordo com a lei e cumprir com as obrigações fiscais é um fundamental para construção de uma sociedade melhor. Mas, se você acha que está pagando muito imposto e pretende otimizar os rendimentos vindos do aluguel do seu imóvel, por meio do planejamento tributário, a Bold Finance tem a solução ideal para você, antecipação de aluguel!

Ao antecipar conosco, você, proprietário, pode receber uma isenção no Imposto de Renda Pessoa Física prevista em lei.

Case de sucesso: José Romero

A antecipação de aluguéis é uma solução inovadora que permite a proprietários de imóveis receber à vista até 12 meses do seu contrato de aluguel.

E, para falar um pouco mais sobre o assunto e apresentar algumas vantagens, resolvemos contar a você uma história de quem conheceu e aprovou a ideia com o case de nosso cliente José Romero.

A COMPRA DO CARRO E O FINANCIAMENTO BANCÁRIO

José Romero é um sujeito como muitos que você e que nós conhecemos: pai, trabalhador e proprietário de imóveis para alugar. E é com aluguel desses imóveis que ele complementa sua renda para pagar as contas de casa, do dia-a-dia e também para realizar sonhos.

Outro dia, avaliando a ideia de dar um carro ao seu filho, ele iniciou o seu planejamento para encontrar um meio de fazer o pagamento à vista. O problema é que Romero não tinha dinheiro o suficiente para isso, então cogitou recorrer a uma opção já bastante comum: o financiamento bancário.

Quem faz o possível para cuidar bem das próprias finanças já sabe, ainda que seja uma saída válida, o financiamento resulta em cobrança de juros e outros encargos que pesam no bolso. Por isso, tomar essa decisão pode não ser lá muito interessante e felizmente, Romero foi “salvo” por uma ligação.

A LIGAÇÃO

O telefone tocou era a Céu-Lar Netimóveis, ligando para apresentar a possibilidade de se fazer a antecipação de aluguéis e receber até 12 meses à vista. Parecia ser a solução perfeita para comprar o carro!

A ideia soou interessante e, levando em conta o longo tempo que deixa seus imóveis sendo administrados pela imobiliária, Romero decidiu dar uma chance e pesquisou mais sobre a antecipação de aluguéis. Essa antecipação é oferecida por nós da Bold Finance, parceira da imobiliária que gerencia os imóveis do Romero.

O que ele fez foi avaliar a proposta fazendo os cálculos com o objetivo de descobrir se, no fim das contas, essa opção era mesmo a mais vantajosa para evitar os gastos extras envolvidos no financiamento bancário.

Muito mais que o valor a receber com a antecipação de aluguéis, Romero percebeu que era possível projetar ganhos e comparar os resultados considerando até o Imposto de Renda.

OS CÁLCULOS DE ROMERO

Todo valor recebido pelo aluguel de um imóvel é tributado na tabela progressiva do Imposto de Renda. E para quem já tem um salário como o de José Romero, que é funcionário de uma grande empresa, esse ganho extra faz com que o valor seja taxado na alíquota mais alta da tabela.

Assim, na ponta do lápis e com a calculadora na mão, ele entendeu porque a antecipação de aluguéis seria, de fato, a melhor opção!

Além de não pagar os juros do financiamento bancário, Romero receberia mais na antecipação do que se continuasse com o aluguel mês a mês. Isso porque ao optar por antecipar, ele recebe uma isenção no Imposto de Renda sobre o aluguel, vantagem significativa para quem, até então, era taxado pelo IR em 27,5%.

AS VANTAGENS DA ANTECIPAÇÃO DE ALUGUÉIS

O fim da história? José Romero optou pela antecipação de imóveis e conseguiu juntar a quantia que precisava para comprar o carro do filho à vista. De quebra, ainda economizou com o Imposto de Renda porque, ao antecipar, os ganhos do aluguel não são mais tributados.

E tem mais! Romero conseguiu tudo isso ganhando também a tranquilidade de não precisar se preocupar se seu inquilino vai ou não pagar o aluguel já que, com a antecipação, quem assume a responsabilidade do risco de inadimplência é a Bold.

Para José Romero, contar com a Bold foi uma verdadeira “mão na roda” para a compra do carro de seu filho.

Gostou da história do Romero e quer saber mais sobre a antecipação de aluguéis? Entre em contato com a Bold e tire suas dúvidas!

Vale ressaltar que a antecipação de aluguéis não é só para quem está planejando uma compra assim. Quem antecipa com a Bold Finance possui uma isenção no Imposto de Renda (previsto por lei), fica livre do risco de inadimplência do inquilino e não precisa dar imóvel em garantia, podendo investir o dinheiro recebido de diversas formas! Venha ser Bold.

4 Dicas para Ganhar Mais com o Aluguel do seu Imóvel

Imóveis alugados funcionam como investimento e/ou como complemento de renda para muita gente. E nesses casos, o que se espera é ter sempre o melhor retorno possível, certo? Por isso, muitos proprietários tentam descobrir maneiras de como ganhar mais com o aluguel.

Segundo um estudo desenvolvido pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a rentabilidade dos imóveis na capital mineira é, em média, de 0,3% ao mês. E o que nós queremos que você saiba é que é possível alcançar um rendimento mais interessante do que esse.

Foi pensando nisso que desenvolvemos este post com quatro dicas que você precisa conhecer para fazer com que os seus imóveis alugados tenham um rendimento acima da média. Vamos lá?!

DICA 1: FAÇA UMA PEQUENA REFORMA ANTES DE ALUGAR

O sonho de todo inquilino é encontrar um imóvel em perfeito estado e, para tanto, há fatores que dependem do proprietário e de suas ações para conservação do estado do local.

Não é preciso investir em reformas de grande porte, mas vale adotar medidas mais simples que permitem a correção de pequenas falhas e contribuam para dar um “ar” de ambiente limpo e bem cuidado.

Ao proprietário, é possível realizar reparos como:

  • usar massa corrida para tampar buracos de pregos e parafusos nas paredes;
  • assegurar o bom funcionamento de torneiras e válvulas para evitar vazamentos e problemas decorrentes;
  • garantir que não haja peças do piso soltas e, se possível, optar por um revestimento mais prático e fácil de se conservar, como o de cerâmica;
  • impermeabilizar paredes e tetos contra mofo;
  • renovar a pintura para eliminar manchas e sujeiras das paredes do imóvel.

Esses são apenas alguns exemplos de reparos simples que podem convencer o locatário a pagar um valor mais alto pelo aluguel. É interessante ter em mente que aquilo o que vemos quando entramos em um espaço tem influência direta na avaliação que fazemos e, consequentemente, no valor que damos ao espaço.

DICA 2: ACREDITE NO SEU PODER DE NEGOCIAÇÃO

É certo que, para definir o valor do aluguel do imóvel, o proprietário precisa ter boa noção de suas condições e daquilo o que oferece, além de considerar as condições de momento do mercado.

Quando a economia vai bem, cobrar mais caro é uma tendência natural. O importante para ganhar mais com aluguel é que, e tempos de crise, não é prudente jogar o valor lá em baixo.

Sabemos que ter um imóvel desocupado é uma situação ruim porque há gastos envolvidos, como condomínio, IPTU, manutenção e outros. Porém, ficar desesperado e adotar a ideia de “alugar a qualquer custo” para conter essas despesas pode ser um tiro no pé.

Nesse cenário, é comum que aqueles que se interessam por alugar um espaço tenham forte poder de barganha, podendo oferecer valores muito abaixo do esperado. Por isso, o proprietário também precisa apostar em seu poder de negociação para não se colocar em uma situação que seja pouco rentável.

Em outras palavras, nossa dica para que você possa ganhar mais com o aluguel do seu imóvel é ter paciência e negociar. Para tanto, é possível recorrer a artifícios como um desconto por prazo ao invés de abaixar o valor a ser cobrado.

Tudo isso porque, o aluguel que você definir será o praticado por vários meses, além de servir de base para negociações de renovação. Um valor baixo agora pode significar ganhos limitados por longos períodos de tempo.

DICA 3: ESTUDE A REGIÃO DE SEU IMÓVEL

Um ponto fundamental para a definição do valor de aluguel de seu imóvel é a região que ele está inserido. Para se ter uma ideia, o Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (IPEAD) realizou um estudo na cidade de Belo Horizonte e constatou que a diferença do valor médio de aluguel entre a Região Norte e Sul era de R$ 2.000.

Além disso, a localização do imóvel no bairro também é um ponto a se analisar. Proximidade de pontos de transporte público (Ônibus e/ou Metrô), supermercados, instituições como escolas e universidades podem influenciar positivamente para justificar um aluguel mais elevado.

Se você, ainda assim, tiver dúvidas quanto ao valor que pode cobrar tendo em vista a região do seu imóvel, considere consultar outros imóveis similares disponíveis para aluguel na mesma região.

Uma ótima opção para entender a região que seu imóvel se encontra é a de entrar em contato com uma Imobiliária. Eles são especialistas em locação e possuem um vasto conhecimento sobre as regiões em que atuam. Saiba aqui como escolher uma Imobiliária para o seu imóvel.

DICA 4: ANTECIPE OS ALUGUÉIS E INVISTA O DINHEIRO

Por fim e não menos importante, quem quer ganhar mais com o aluguel tem agora uma opção inovadora no mercado: a de receber antecipadamente os valores de cada contrato de aluguel.

A antecipação de aluguéis é oferecida exclusivamente pela Bold Finance ? que paga à vista de 3 à 12 meses de aluguel ?, e traz algumas interessantes vantagens:

  • Isenção no Imposto de Renda Pessoa Física ? quando o proprietário opta pela antecipação, tem a isenção no imposto para valores que somem até R$ 35.000,00 por mês.

Assim, basta ter em mente que ter uma dedução menor nos seus rendimentos também é uma forma de fazer com que você tenha um ganho maior com os seus aluguéis;

  • Permite que o proprietário faça novos investimentos ? a quantia que o proprietário recebe pela antecipação de seus aluguéis pode ser usada em novos investimentos.

Dessa forma, ao invés de ficar recebendo o aluguel mês a mês, o proprietário tem a oportunidade de usar esse tempo para fazer seu dinheiro render mais. Algo que também se traduz em uma forma de ganhar mais com o aluguel.

Se você combinar os dois benefícios apresentados acima, pode aumentar os seus rendimentos com o aluguel em 20% ou mais!

Gostou das dicas que apresentamos no post? Compartilhe em suas redes sociais e envie para os amigos que também tem imóveis para alugar!

Como escolher uma imobiliária para deixar meu imóvel?

Ainda tem dúvidas sobre deixar seu imóvel sendo administrado por uma imobiliária? Confira esse post e veja 6 dicas antes de considerar a melhor opção

Muitos proprietários optam por administrar seus imóveis sem ajuda de uma imobiliária, assumindo a responsabilidade de divulgar, fazer vistoria, cobrar o aluguel, acordar prazo etc., a fim de economizar na taxa de administração.

Ao terceirizar essa atividade para uma imobiliária, o locador dispõe de mais segurança e tranquilidade, eliminando diversos riscos como: brechas no contrato (por não ser especialista) e uma vistoria mal feita antes de iniciar o contrato de aluguel, evitando assim possíveis dores de cabeça no futuro.

Na imobiliária há possibilidade de encontrar um novo locatário mais facilmente, é feita uma análise mais criteriosa do inquilino e fiador, além de apresentar mais garantias para o contrato de locação.

Mas como escolher uma imobiliária para deixar meu imóvel? Antes de mais nada, leve em consideração os seguintes pontos:

REGISTRO NO CRECI

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis é o órgão que emite o registro profissional do corretor imobiliário e da imobiliária, sendo obrigatório para exercício da atividade de corretagem.

Também é o órgão responsável por fiscalizar corretores e imobiliárias, servindo de apoio aos locadores, locatários, compradores e vendedores de imóveis.

TEMPO DE MERCADO

Estar há mais tempo no mercado certifica a experiência e credibilidade da imobiliária. Procure quem melhor entende de imóveis para deixar o seu!

LOCALIZAÇÃO E ÁREA DE ATUAÇÃO

A imobiliária precisa ter pleno conhecimento sobre a região que atua.

Quando a região é definida no portfólio de imóveis, significa que os corretores têm maior conhecimento das características da região, como infraestrutura, comércio e serviços naquele bairro. Conhecendo o perfil do morador, é possível conectar pessoas com interesses similares, sendo mais assertivo na hora da divulgação do imóvel.

REPUTAÇÃO

Verifique o Reclame Aqui para saber sobre as reclamações feitas por antigos clientes, se há demandas judiciais ou pendências com o CRECI.

FORMAS DE DIVULGAÇÃO

Site? Redes sociais? Jornal?

Quanto mais estratégias de divulgação, mais visibilidade o seu imóvel terá!  Podendo fazer com que ele seja alugado mais rapidamente.

Uma pesquisa feita pela TNS Research Internacional apontou que 90% dos brasileiros pesquisam sobre um produto na internet antes de adquiri-lo. Verifique se a imobiliária escolhida utiliza técnicas como Marketing Digital, uma vez que a presença na internet é essencial.

INDICAÇÃO

Quem melhor para fazer uma indicação do que alguém que já utilizou os serviços da imobiliária? Procure locatários ou locadores antigos e atuais para saber o que acharam dessa experiência.

Aproveite a internet para olhar avaliações e depoimentos nas redes sociais da empresa, feitos por proprietários e inquilinos que já utilizaram aquele serviço.

Agora que você já sabe o que avaliar antes de escolher a melhor imobiliária para administrar seu imóvel, entre em contato com um de nossos parceiros e tenha segurança e tranquilidade nesse processo.

Vale a pena comprar imóvel para alugar?

Para muita gente, o valor recebido pelo aluguel de um imóvel é uma forma de ganhar a vida ou complementar a renda. Se você considera que essas são possibilidades interessantes e pensa em comprar um imóvel para alugar, hoje vamos te dar algumas dicas para ajudar nessa importante decisão.

Sem dúvidas, a compra de um imóvel é uma decisão que deve ser devidamente analisada. O futuro proprietário precisa considerar vários fatores, como o valor do investimento e o mercado imobiliário em sua região, além de realizar uma boa projeção de gastos e ganhos ao longo do tempo para saber melhor como se preparar e o que esperar.

Tudo isso é importante para que você tenha certeza de que comprar imóvel para alugar é algo que corresponde às suas possibilidades e expectativas. Por isso, preparamos este post para ajudar você a tomar uma decisão segura e tranquila!

Confira abaixo fatores que você precisa considerar em sua avaliação:

Faça uma projeção de ganhos com o imóvel

Comprar um imóvel para alugar é fazer um investimento. Demanda certo tempo até que o investimento “se pague”, ou seja, até que o proprietário ganhe o bastante para cobrir o investimento feito e começar a lucrar a partir daí.

Para tomar sua decisão, você precisa avaliar bem qual tipo de imóvel você tem condições de comprar e todas os fatores a ele atrelados que contribuem para o seu ganho. Por exemplo, se há na região muitos imóveis para alugar, a concorrência influencia o valor a ser cobrado do inquilino e faz pressão no proprietário para que determine um aluguel que pode ter valor mais baixo do que o que você espera receber a cada mês.

Além disso, é importante ter em mente outros fatores que contribuam para a valorização ou desvalorização do imóvel. É o caso de seu estado de conservação, da existência de vagas na garagem, de um sistema de segurança para acesso ao prédio e outros. Busque o máximo de clareza quanto aquilo o que o imóvel pode lhe oferecer para que sua decisão de compra seja segura e o mais acertada possível.

Compare o retorno do aluguel com outras fontes de renda fixa

O aluguel é uma forma de investimento que pode ser comparado a um investimento de renda fixa. Por isso, antes de decidir comprar um imóvel para alugar, é importante avaliar se essa é a melhor decisão ou se, para você, vale mais a pena investir seu dinheiro de outra forma.

É preciso ter em mente que existem, hoje, diversas possibilidades de investimento que variam de acordo com o perfil e os objetivos do investidor. Em todo o caso, o cálculo deve sempre considerar retornos líquidos de impostos e taxas.

Para se ter uma ideia quanto à melhor opção entre comprar um imóvel para alugar ou investir no mercado financeiro, considere que, se você dispõe de uma quantia alta o bastante para comprar um imóvel à vista, pode ter rentabilidade maior se utilizar o dinheiro para fazer uma aplicação em um título de renda fixa como o CDB (Certificado de Depósito Bancário), por exemplo. Trata-se de um investimento de baixo risco e que rende algo próximo à Taxa SELIC.

Nessa análise, é importante saber que não é apenas o provável rendimento do aluguel (valor que corresponde à sua projeção de ganho com o imóvel) que deve ser considerado. No mercado imobiliário, é preciso incluir também o potencial de valorização da propriedade, o que você pode entender melhor assistindo ao vídeo do consultor financeiro Gustavo Cerbasi.

Assim sendo, se o imóvel que você deseja comprar está em uma área da cidade que está passando por revitalizações ou está em expansão, por exemplo, ao longo do tempo seu ganho pode aumentar. Isso porque se a região em que o imóvel está localizado melhora, o valor cobrado pelo aluguel pode subir.

Essa etapa de sua avaliação pode ser feita por meio de consulta ao Plano Diretor da Cidade ou, ainda, junto a imobiliárias da região. Assim, você reúne informações que podem esclarecer questões que são importantes para a escolha do imóvel e para a sua decisão.

Avalie a qualidade do imóvel e os custos atrelados a ele

As características de um imóvel fazem a diferença para a sua valorização no mercado de aluguéis. Algo que, por sua vez, influencia o valor a ser cobrado do inquilino e o ganho do proprietário.

Assim, quer sua ideia seja comprar um imóvel para alugar em um espaço residencial ou quer seja em um espaço comercial, é importante realizar uma vistoria prévia ? o que pode ser feito com auxílio de um corretor ? para avaliar o ambiente.

Além disso, é importante se informar sobre o valor do condomínio. Quando o valor cobrado é alto, pode ser mais difícil para o proprietário alugar o imóvel, o que pode fazer com que seja necessário abaixar o valor do aluguel para encontrar um inquilino. Do contrário, o imóvel pode permanecer vazio por um período mais longo, aumentando suas despesas e, consequentemente, reduzindo seus ganhos.

Considere as chances de ficar sem inquilino por algum tempo

Ao comprar um imóvel para alugar, o proprietário precisa considerar que pode demandar algum tempo para encontrar um inquilino. Além disso, ao final de cada contrato de locação, pode haver outro período de espera e de despesas com condomínio, IPTU e outras enquanto o próximo inquilino não aparece.

É certo que esse não é um fator que você pode controlar, mas está ao seu alcance buscar um imóvel que tenha menos chances de ficar vago por muito tempo.

Além das qualidades do imóvel e fatores a ele atrelados, o futuro proprietário pode contatar corretoras ou administradoras para se informar quanto a vacância de imóveis na região. Isso vale para avaliar tanto para os espaços comerciais quanto os residenciais. Um especialista poderá indicar o tempo médio até que um imóvel seja alugado em determinada localidade.

Dê a devida atenção ao Imposto de Renda

Anteriormente, mencionamos que vale a pena avaliar outros investimentos de renda fixa antes de decidir comprar imóvel para alugar. Além das possibilidades de ganho, é preciso considerar a alíquota do imposto que incide sobre os seus rendimentos.

No post Entenda o Imposto de Renda sobre Aluguel, explicamos como os rendimentos provenientes de uma propriedade alugada podem ser taxados em alíquotas que vão de 0% até 27,5%. Algo que afeta os seus ganhos com o imóvel alugado.

Assim sendo, você precisa considerar com atenção quanto você pode, de fato, ganhar ao comprar um imóvel para alugar, após as despesas com o Imposto de Renda. Com isso em mente, vale saber também que cabe ao proprietário buscar formas de reduzir esse impacto fiscal, sempre em conformidade com as leis. Para tanto, uma das saídas é se informar quanto aquilo o que pode ser deduzido do Imposto de Renda, como o IPTU e o valor do condomínio.

Outra opção é optar pela antecipação de aluguéis e aproveitar de um benefício fiscal que faz com que você economize nos impostos pagos. Uma situação que pode fazer com que comprar imóvel para alugar realmente valha a pena para você.

Ficou com alguma dúvida ou existe alguma outra questão que você queira esclarecer? Deixe o seu comentário para os nossos especialistas!

Entenda as garantias do contrato de aluguel

Você sabe o que são e como funcionam as garantias do contrato de aluguel? É prática comum do mercado a exigência de uma garantia para dar mais segurança ao proprietário do imóvel caso seu inquilino deixe de realizar os pagamentos devidos.

A ideia da garantia, portanto, é permitir que o locador tenha outras formas de conseguir o dinheiro que é seu por direito ? ou, ao menos, parte desse valor ? caso seu locatário se torne inadimplente.

Segundo a legislação vigente, o proprietário pode exigir apenas um tipo de garantia no contrato de aluguel, podendo escolher entre as opções apresentadas pela chamada Lei do Inquilinato ? Lei n° 8.245. E este post tem justamente o propósito de fazer com que você conheça e entenda essas garantias.

Caução

Em sua forma mais conhecida, a garantia caução é aquela que determina por meio do contrato de aluguel que o inquilino faça um depósito em dinheiro ou em cheque em uma conta autorizada pelo poder público.

O mais comum é que o valor desse depósito corresponda a três meses de aluguel, sendo impedido por lei de ultrapassar essa quantia. A partir de então o que acontece é que, ao final do contrato, o inquilino tem o direito de fazer o resgate da quantia e de seus rendimentos (desde que a vistoria não identifique nenhum dano ou irregularidade no imóvel).

Por vezes, essa conta utilizada para o depósito é de responsabilidade da imobiliária que gerencia o acordo entre o proprietário e seu inquilino. E pode acontecer da imobiliária não aceitar a inclusão da garantia caução no contrato porque o valor de três meses de aluguel tende a ser insuficiente para cobrir as despesas quando há problemas de inadimplência.

Assim sendo, é interessante saber que a garantia também pode ser feita em título de capitalização. A vantagem é que, nesse caso, não há o limite de três meses de aluguel para o valor a ser retido e o montante assegurado pode totalizar o equivalente a 12 meses de aluguel ou mais.

Fiadores

Outro tipo de garantia para um contrato de aluguel é a que se baseia na definição de fiadores e está entre as mais escolhidas por não envolver um gasto inicial extra, como é o caso da garantia caução.

Para validar essa garantia, o inquilino precisa apresentar um ou mais fiadores que serão os responsáveis por assumir o pagamento dos aluguéis caso o próprio inquilino não tenha condições de fazê-lo.

Em teoria, o proprietário vai em busca do fiador para o pagamento do aluguel após esgotar suas tentativas junto ao inquilino, mas na prática funciona diferente. É comum que esse processo não seja obedecido e que o proprietário recorra ao fiador logo que constate o problema para se proteger contra prejuízos. Inclusive, é recomendado que essa possibilidade esteja no contrato estabelecido entre as partes.

Ao inquilino, é importante ter bastante critério ao indicar seus fiadores e se assegurar de que esses serão capazes de honrar o compromisso assumido. É responsabilidade do proprietário verificar e exigir documentos que comprovem que o fiador tem condições de honrar o compromisso. Inclusive, é seguindo essa mesma ideia que imobiliárias estabelecem critérios como renda mínima e propriedade de imóveis para aceitar fiadores.

Seguro-fiança

Com o seguro-fiança, ao invés de buscar um fiador, o inquilino firma acordo junto a uma seguradora. A ideia, como a garantia já indica, é similar à de um seguro tradicional em que o inquilino realiza pagamentos mensais. Em caso de inadimplência, o proprietário do imóvel tem o direito de acionar esse seguro e receber o valor devido.

Como a seguradora é uma empresa comumente de médio ou grande porte, as chances de que o proprietário realmente receba a quantia que é sua por direito são muito altas, evitando transtornos. E, por isso, o seguro-fiança é uma opção interessante para o contrato de aluguel.

Cessão fiduciária de quotas de fundos de investimento

A cessão fiduciária de quotas de fundos de investimento é uma opção prevista na legislação, mas muito pouco utilizada na prática, apesar de ser interessante. Para entender o motivo, vale uma análise do que as demais garantias já mencionadas representam.

Com a garantia caução, a rentabilidade do valor depositado é muito baixa, mesmo quando se opta pela caução em título de capitalização. Assim, ao final do contrato de aluguel, o retorno obtido não é muito interessante.

Por sua vez, a opção de contar com um ou mais fiadores resulta em uma situação delicada de pessoas, geralmente familiares e amigos, para assumir uma responsabilidade financeira que não lhes pertence. E por fim, com o seguro-fiança o inquilino precisa desembolsar uma quantia mês a mês, o que torna a locação mais cara.

Já com a cessão de quotas o inquilino aplica seu dinheiro em um fundo de investimento e cede essas quotas ao proprietário do imóvel como forma de garantia, caso não consiga pagar o aluguel. Nessa situação, o proprietário pode vender as quotas e receber o dinheiro que lhe é devido. E, se não enfrentar problemas com os pagamentos, ao final do contrato, o inquilino recebe de volta suas quotas com o rendimento do investimento feito.

Qual garantia escolher?

Recorrer à uma dessas garantias é importante para que o proprietário minimize ou evite perdas financeiras caso seu inquilino deixe de pagar o aluguel. Mas, qual delas escolher?

Como visto, cada garantia tem suas características e atrativos e cabe ao proprietário do imóvel, em parceria com a imobiliária (se for o caso), avaliar qual delas é a mais apropriada.

Vale ressaltar que o proprietário pode escolher apenas uma garantia porque a inclusão de duas ou mais pode anular sua validade no contrato. Em todo o caso, é importante ter em mente que algumas garantias são mais seguras do que as outras ? como o seguro-fiança em comparação à caução em cheque ou a caução ao título de capitalização em comparação ao fiador, por exemplo.

Além disso, considerar o lado do inquilino é interessante e ser flexível quanto a escolha da garantia para colocar no contrato de aluguel facilita o processo e faz com que imóvel seja alugado mais rapidamente.

Ficou com alguma dúvida quanto às garantias do contrato de aluguel? Deixe o seu comentário para os nossos especialistas!

5 pontos que não podem faltar no seu contrato de locação residencial

Você sabe o que observar em um contrato de locação? Para quem não está familiarizado com o universo jurídico, a terminologia e os aspectos abordados no contrato podem gerar dúvidas e até fazer com que pontos importantes não recebam a devida atenção.

Em muitos casos, o locador transfere a responsabilidade da elaboração desse contrato para a imobiliária, que fornece o documento pronto. Ainda que você se encontre nessa situação, precisa saber o que observar para solicitar alterações necessárias para garantir seus interesses.

Foi pensando em tudo isso que fizemos este post para apresentar 5 pontos que precisam ser cuidadosamente considerados em seu contrato de locação. Acompanhe!

#1. Prazo do Contrato

No que diz respeito ao prazo, os contratos de locação são de livre negociação entre o locador e o locatário. Isso significa que, ao alugar o seu espaço residencial, você não precisa seguir um intervalo de tempo pré-determinado por lei.

Apesar disso, para o seu benefício enquanto locador, é interessante estipular um período mínimo de 30 meses para o contrato para evitar uma situação em que a relação com o locatário fuja ao seu controle.

Para entender melhor, é preciso saber que uma vez que um contrato de locação chega ao fim (algo que independe do prazo acordado), o ideal é que locador e locatário revejam a situação para firmar novo contrato, caso a intenção de ambos seja seguir com o aluguel.

Quando isso não acontece e o locatário permanece no imóvel, se o locador não se manifesta, o contrato de locação passa a valer por prazo indeterminado. E é para lidar com essa situação que os 30 meses fazem a diferença. Veja só:

  • Se prazo do contrato de locação original era igual ou superior a 30 meses, o locador pode retomar o seu imóvel a qualquer momento, desde que dê ao locatário o prazo mínimo de 30 dias para desocupar o espaço;
  • Se o prazo do contrato original era inferior a 30 meses, o locador perde o direito de retomar o imóvel (as exceções a essa regra são descritas pelo art. 47 da chamada “Lei do Inquilinato” ou Lei n° 8.245).

O mais interessante é que você enquanto locador exija a celebração de um novo contrato ou aditivo ao final do prazo de locação. Porém, a atenção a esse ponto evita qualquer transtorno caso você se atrase nessa comunicação.

#2. Garantias

Assim como a definição de prazos é livre, a lei não exige que os contratos de locação tenham garantias. A garantia existe para que o locador tenha outras formas de assegurar o pagamento do aluguel para evitar ser lesado caso o locatário fique inadimplente.

É importante observar que nem sempre um contrato sem garantias resulta em uma situação ruim. Por isso, é preciso avaliar bem as possibilidades e escolher aquela que melhor atenda aos seus interesses enquanto locador.
Contrato sem garantia:

  • O art. 42 da Lei do Inquilinato determina que o locador pode exigir do locatário o pagamento antecipado do aluguel, ou seja, garantir com que o pagamento se dê antes do início do mês da locação;
  • Caso o locatário não realize o pagamento do aluguel, o locador consegue retirar o imóvel via liminar. Nesse caso, ao invés de esperar o fim da ação de despejo, é possível que o juiz determine a saída do locatário ainda no começo do processo.
    Contrato com garantia:
    O locador recebe o aluguel do mês vencido, em outras palavras, o locatário faz o pagamento do aluguel depois de transcorrido o mês da locação;
  • Caso o locatário não realize o pagamento do aluguel, o locador só consegue retirar o imóvel após o transcurso normal da ação de despejo que, em geral, demora mais de 12 meses.

Tipos de garantia para o contrato de locação

É o art. 37 da Lei do Inquilinato que determina quais são os tipos de garantia que o locador pode exigir do locatário. É importante ressaltar que você pode escolher apenas uma delas para o seu contrato de locação e que a inclusão de duas ou mais garantias pode anular sua validade no contrato em questão.

  • Caução — prevê que o locatário faça um depósito em dinheiro em uma conta autorizada pelo Poder Público garantindo que, ao final do contrato, o locatário tenha direito de fazer o resgate da quantia e seus rendimentos.

Vale esclarecer que o depósito não pode ultrapassar o valor de três meses de aluguel e é importante saber que a garantia caução normalmente não é aceita por muitas imobiliárias porque apenas três meses não resultam em quantia suficiente para cobrir o tempo gasto para recuperar o imóvel.

Assim, é possível optar por fazer a garantia em título de capitalização, pois asseguram um valor maior que normalmente equivale a 12 meses de aluguel;

  • Fiança — é uma das garantias mais escolhidas por não demandar nenhum valor inicial. Diferente disso, determina que o locatário deve apresentar um ou mais fiadores que assumam as obrigações apresentadas no contrato de locação;

Nesse sentido, é válido destacar que o locador deve redobrar a sua atenção para se certificar de que as pessoas escolhidas tenham condições de honrar o contrato, caso o locatário deixe de pagar. É seguindo este pensamento que, em geral, as imobiliárias exigem dois fiadores: um com renda e outro com patrimônio em imóveis;

A tarefa de arrumar fiadores que atendam às condições apresentadas resulta em uma das partes mais penosas do processo porque tende a criar uma situação em que amigos e familiares sejam designados a assumir esse papel;

  • Seguro de fiança locatícia — para essa garantia, ao invés de buscar uma pessoa para assumir o papel de fiador, o locatário busca uma seguradora e essa passa a ser a responsável por repassar ao locador os valores acordados em contrato, caso o locatário atrase os pagamentos;
  • Cessão fiduciária de quotas de fundo de investimento — garantia prevista pelo art. 88 da Lei nº 11.196, de 2005. Uma escolha pouco utilizada que significa adquirir quotas de um fundo de investimento e utilizar essas quotas como garantia do contrato de locação.

Seja qual for a garantia escolhida, é importante que você saiba que ela deve durar até a devolução das chaves. Isso porque o estabelecimento de prazos para a garantia apresenta riscos, uma vez que isso pode fazer com essa perca a sua validade antes do fim da locação do imóvel.

#3. Multa por descumprimento contratual e desocupação

Um contrato de locação apresenta diferentes obrigações a serem cumpridas por locador e locatário e, como haveria de ser, caso isso não ocorra, também apresenta punições.

A rescisão antecipada do contrato por parte do locatário representa uma forma de descumprimento de suas obrigações. O art. 4° da Lei do Inquilinato possibilita que, em uma situação como essa, o locatário deva pagar multa proporcional ao tempo não cumprido do contrato. Porém, para garantir que isso aconteça, é necessário incluir a multa por rescisão no contrato de locação.

É comum que essa multa seja estipulada em um múltiplo de aluguéis, variando de três a seis aluguéis com base no valor vigente na data do descumprimento do contrato de locação. Pode ser também um percentual dos aluguéis dos meses restantes para o fim do prazo do contrato.

No caso de um contrato com duração de 30 meses e uma multa de seis aluguéis, caso o locatário tenha cumprido 20 meses, ou seja, 2/3 do contrato e decida pela rescisão, ele deverá pagar uma quantia equivalente a 1/3 da multa, equivalente a dois aluguéis.

#4. Obrigação do pagamento de condomínio e encargos (Impostos, taxas, seguro incêndio)

A atenção a esse ponto é importante porque a lei determina que há encargos que são de responsabilidade do locador e outros do locatário. Por exemplo, despesas ordinárias, que são as relacionadas à manutenção do prédio, normalmente cabem ao inquilino. Por sua vez, despesas extraordinárias (como obras, fundo de reserva, fundo de reforma, etc) cabem ao locador.

É possível fazer a transferência de responsabilidades, mas, para isso, é preciso assegurar que as mudanças sejam sinalizadas e que todas as formas de pagamento de encargos sejam minuciosamente especificadas no contrato de locação.

No art. 22 da Lei do Inquilinato, está previsto que o cabe ao locador realizar o pagamento de impostos (como o IPTU), taxas e seguro complementar contra incêndio. O repasse dessa obrigação ao inquilino pode ser feito, desde que acordado contratualmente.

É comum, inclusive, indicar no contrato a forma como o pagamento desses valores será feito. Por exemplo, o locatário pode ser responsável por todo o processo, retirando as guias para pagamento ou pode simplesmente reembolsar o locador.

Além disso, o art. 23 determina que o pagamento do condomínio é uma responsabilidade do locatário. Porém, caso o locador queira assumir essa tarefa para assegurar que a taxa seja paga e evitar problemas, pode determinar em contrato que o locatário o reembolse por essa despesa.

#5 Preço e reajuste

Definir o valor da locação é uma dúvida comum dos locadores. A Pesquisa do Mercado Imobiliário em Belo Horizonte, realizada pela Fundação IPEAD/UFMG indica que o preço médio do aluguel na capital mineira e região é de 0,3% do valor do imóvel.

Ainda que essa informação sirva de parâmetro, é interessante conhecer aspectos que valorizam o imóvel e contribuem para a definição da quantia a ser apresentada no contrato de locação. O seu locatário vai avaliar, dentre outros:

  • Localização ? imóveis em bairros próximos ao centro, por exemplo, tendem a valer mais;
  • Transporte público ? regiões bem atendidas por serviços de transporte público também favorecem a valorização do imóvel disponibilizado para aluguel;
  • Móveis e equipamentos ? a existência de móveis e eletrodomésticos também contribui para aumentar o valor da residência;
  • Área de lazer ? a existência de piscinas, parquinhos ou áreas de churrasco, por exemplo, também podem contribuir para a valorização do imóvel;
  • Garagem ? a disponibilidade ou não de vagas na garagem é um fator que pesa na decisão do locatário e que, consequentemente, influencia o valor do aluguel. O mesmo vale para o fato de as vagas serem livres ou “presas” e serem ou não cobertas;
  • Segurança ? imóveis localizados próximos a áreas de alto risco tendem a valer menos. Em contrapartida, aqueles que contam com recursos de segurança (como câmeras ou porteiros) podem ser mais valorizados.
  • Condomínio ? em geral, se o condomínio é muito alto, o valor do aluguel diminui. Isso ocorre principalmente quando o prédio tem poucas unidades, fazendo com que o rateio das despesas comuns pese mais para cada unidade.
    Reajuste do valor

O art. 18 da Lei do Inquilinato abre espaço para a fixação da cláusula de reajuste e, para tanto, o contato de locação precisa apresentar o prazo determinado para o reajuste que, em geral, é de um ano.

O objetivo do reajuste é corrigir o valor do aluguel com base na inflação. O cálculo costuma ser feito com base no índice IGP-M, divulgado pela Fundação Getúlio Vargas, mas outros índices podem ser utilizados.

É preciso atenção redobrada a esse ponto porque em um cenário economicamente desfavorável, o índice IGP-M pode ter variação negativa, o que levaria à diminuição do valor do aluguel. Para evitar essa situação, é importante que o contrato de locação esclareça que, em caso de variação negativa, o valor do aluguel não sofrerá alterações.

Há ainda outras questões importantes a se observar no contrato de locação, como multa e juros por inadimplência, direitos e obrigações em reformas. Para este post, porém, optamos por apresentar os pontos que consideramos mais relevantes.

Com tudo isso, é válido dizer que contar com a orientação profissional no processo de desenvolvimento e análise do contrato faz toda a diferença para garantir a proteção de seu imóvel, assim como a sua rentabilidade!

Ficou com alguma dúvida? Deixe o seu comentário ou entre em contato e fale com um dos especialistas da Bold Finance!

5 vantagens de antecipar o aluguel com a Bold Finance

Você que é proprietário de imóveis, já pensou em antecipar aluguel? Para muitos, o valor a receber mensalmente do inquilino representa uma fonte de renda complementar e qualquer atraso no pagamento pode representar problemas.

Ao escolher antecipar o aluguel, você não precisa esperar que o inquilino cumpra com sua obrigação mês a mês para receber o dinheiro devido. Com o serviço da Bold, por meio de um processo simples e rápido, você pode receber à vista até 12 meses de aluguel.

E para que você conheça melhor as vantagens atreladas a essa decisão, separamos 5 motivos para fazer a antecipação de aluguéis com a Bold:

1) A antecipação não é um empréstimo e nem resulta em dívidas

Pode ser que, ao ler que você pode receber à vista por meses de seu contrato ao antecipar aluguel, você tenha se questionado: “o quanto eu terei que pagar por isso depois?”.

Esse pensamento é compreensível e vem da ideia de que uma vantagem financeira deve estar atrelada a algum tipo de ônus, mas não é assim que funciona. Ao antecipar seus aluguéis com a Bold, você não assume qualquer tipo de empréstimo ou dívida.

Após a assinatura do contrato, a Bold paga o valor devido pela antecipação e você não precisa mais se preocupar. A nossa empresa receberá, mês a mês, o aluguel que foi antecipado.

2) Você não precisar dar seu imóvel como garantia

Quando falamos em um contrato de empréstimo, pode se fazer necessário que o proprietário dê seu imóvel como garantia. Algo que recebe o nome de alienação fiduciária. Ao antecipar aluguel com a Bold, isso não acontece. Como já dito, não se trata de um empréstimo.

Com a antecipação, você continua dono do seu imóvel e mantém seus direitos sobre ele. Ou seja, você não corre qualquer risco de perder o seu patrimônio.

 3) Ao antecipar aluguel, você não se preocupa mais com inadimplência

Atrasos no pagamento do aluguel e situações de inadimplência representam problemas para você, proprietário de imóveis.

Quando você decide antecipar aluguel com a Bold, fica livre dessa dor de cabeça. A responsabilidade em lidar com a cobrança dos aluguéis passa a ser nossa. Assim, caso haja qualquer atraso ou o inquilino se torne inadimplente, é a Bold que cuida da situação. Enquanto isso, o seu dinheiro já está garantido.

4) Você passa a ter a possibilidade de reduzir o Imposto de Renda

A possibilidade de redução do Imposto de Renda vale para o proprietário de imóveis que é pessoa física e faz a antecipação de aluguéis com a Bold Finance.

Você pode entender melhor essa questão com a leitura do post “Como usar a lei para reduzir o imposto sobre o seu aluguel“. Lá, explicamos como o nosso serviço resulta em um benefício fiscal previsto por lei. E, claro, por meio de uma operação que é devidamente declarada para a Receita Federal.

5) Ao antecipar aluguel, você pode aumentar sua liquidez sem vender seu imóvel

Já pensou em ganhar mais dinheiro com seus imóveis? A antecipação é uma forma de fazer isso.

Ao receber à vista até 12 meses do aluguel, você pode usar o montante para honrar compromissos imediatos, lidar com imprevistos e, ainda, realizar projetos e investimentos.

E caso você esteja com dificuldades momentâneas de caixa, antecipar aluguel com a Bold segue uma boa solução. Sem precisar se desfazer de seu patrimônio, o valor que você recebe à vista pode ser usado para resolver os problemas.

Antecipar aluguéis pode ser uma ótima opção para você

Que é possível antecipar seus aluguéis com a Bold Finance quando estiver precisando de dinheiro, isso você já sabe. Mas, você sabia que a antecipação também pode ser uma ótima opção para quem não precisa de dinheiro?

Sim, é isso mesmo que você leu. Neste post você verá que a antecipação é ideal tanto para quem precisa como para quem não precisa de dinheiro.

Confira abaixo as situações em que a antecipação pode fazer sentido para você:

1) Quando você tem o aluguel como um complemento de renda e acha o imposto muito alto

Você não precisa de dinheiro, mas gostaria de usar a lei para reduzir o imposto sobre o seu aluguel?

Ao antecipar seus aluguéis, você pode receber mais à vista que a prazo. Como? Com a solução desenvolvida pela Bold Finance, você pode usar um benefício fiscal e reduzir consideravelmente o seu imposto de renda a pagar.

Para saber mais, faça uma simulação e receba na hora uma proposta feita especialmente para você. Na proposta você vai saber mais sobre a legislação que trata do benefício fiscal e terá todas as informações para poder analisar com calma as vantagens de antecipar os seus aluguéis.

2) Quando você quer aumentar a sua liquidez sem vender o imóvel

Se você tem muitos imóveis e está sentindo que vai acabar tendo que vender algum, pois ficou com pouco dinheiro na sua conta para honrar seus compromissos, a antecipação de aluguéis pode ser uma ótima alternativa. Com a Bold Finance, você não vai precisar vender o seu imóvel, nem dá-lo em garantia, para receber um valor significativo em dinheiro. Basta antecipar seus aluguéis e receber à vista por isso.

3) Quando você precisa de dinheiro, mas não quer pedir um empréstimo no banco

Se você não gosta da ideia de pegar um empréstimo no banco, a antecipação de aluguéis da Bold Finance é uma excelente opção. Nela, você não assume qualquer tipo de dívida. Você recebe à vista até 12 meses dos seus aluguéis futuros e fica livre do risco de inadimplência do inquilino. A Bold Finance antecipa para você e passa a receber mensalmente do inquilino.

Dessa forma, você pode, sem burocracia, ter acesso ao dinheiro para realizar seus projetos, como viajar, trocar de carro, fazer uma reforma, comprar algo que você gosta muito ou simplesmente acertar suas contas.

4) Quando você precisa de dinheiro, mas os juros cobrados pelo banco são muito altos

Se você até está disposto a pegar um empréstimo, mas está achando a taxa de juros muito alta, a antecipação de aluguéis pode ser a solução para você. Fuja dos juros de cartão de crédito, cheque especial ou dos empréstimos comuns dos bancos (sem garantia de imóvel). Você pode antecipar seus aluguéis futuros com a Bold Finance. Será muito melhor – e mais barato – para você.

Lembre-se que, se você decidir pegar um empréstimo no banco, você continua pagando o imposto de renda sobre o aluguel recebido e ainda tem que pagar os juros para o banco. Com a Bold Finance, você recebe o dinheiro com benefícios no seu imposto de renda e não precisa pagar nada depois. E não tem pegadinha, a operação está prevista em lei e você declara tudo para a Receita Federal.


Você se vê em alguma dessas situações? Então dê o primeiro passo para antecipar seus aluguéis e faça uma simulação online e gratuita.

E se tiver qualquer dúvida, a equipe da Bold Finance poderá esclarecer tudo para você. Ligue ou solicite uma ligação nossa diretamente pelo site.

Veja mais em nosso blog:

5 motivos para antecipar seu aluguel com a Bold Finance

Afinal, antecipar aluguéis é permitido ou proibido?

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