IGPM x IPCA: entenda a atualização monetária nos contratos de locação

Entre os diversos aspectos relacionados ao aluguel de um imóvel, é importante entender como se dá a atualização monetária dos contratos de locação. Isso envolve conhecer os principais indicadores que podem ser aplicados nesse processo.

Em geral, os contratos de aluguel são reajustados com base no IGPM. Porém, apesar de ser bastante comum no mercado imobiliário, não é obrigatório adotar esse índice. Na prática, outra alternativa comum é o IPCA, o índice oficial da inflação.

Quer saber como eles funcionam? Neste artigo, você entenderá o que é IGPM e IPCA e como acontece a atualização monetária nos contratos de locação.

Boa leitura!

 

O que é IGPM?

IGPM é a sigla para Índice Geral de Preços do Mercado. Trata-se de um indicador de preços para medir a inflação calculado mensalmente pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Isso é feito pela média aritmética ponderada de três outros índices.

São eles:

  • IPC (Índice de Preços ao Consumidor);
  • IPA (Índice de Preços por Atacado);
  • INCC (Índice Nacional do Custo da Construção).

O IPC tem relação com o custo de vida das famílias, enquanto o IPA mede os preços da indústria em geral e dos produtos do agronegócio. Já o INCC mede a variação do custo na construção civil, mas apenas no setor de habitação.

Por esse motivo, o IGPM está mais atrelado ao valor das commodities e do dólar. Na prática, isso faz com que nem sempre ele reflita a realidade dos brasileiros. Além disso, muitas vezes ele se refere aos imóveis construídos e está presente em contratos de compra e venda.

Diante disso, também é comum que o Índice Geral de Preços do Mercado seja usado como parâmetro para correção do preço em contratos de aluguéis. Ou seja, se o indicador aumentar, o valor de aluguel pago pelo locatário segue o movimento, conforme a taxa anual.

 

O que é IPCA?

Já o IPCA significa Índice de Preços ao Consumidor Amplo, bastante usado para medir a inflação oficial do país em um determinado período. Desse modo, ele reflete o aumento de preço de diversos produtos presentes na vida da população, considerando a soma dos diversos setores de consumo.

Como exemplo, estão serviços de educação, habitação, artigos de alimentação e bebida, transporte e saúde, produtos de cuidados pessoais, entre outros. Portanto, um IPCA alto tende a afetar o poder de compra das pessoas.

Afinal, ele leva à desvalorização do dinheiro em relação aos preços dos produtos e serviços. Do mesmo modo, ele afeta os investidores — já que, se a rentabilidade obtida não superar a inflação, não existirão ganhos reais ou crescimento patrimonial.

 

Como funciona o reajuste de aluguel?

De forma geral, o reajuste de aluguel ocorre quando há aniversário ou renovação do contrato de locação. Por isso, no mercado, as variações de preços tendem a ser baseadas em algum índice da economia nacional.

Ademais, é fundamental que esse valor esteja especificado em contrato, cabendo às partes negociar o índice que será aplicado. Em regra, durante a vigência do contrato, os reajustes sempre seguirão o que foi acordado no documento.

Porém, após o término do prazo ou os períodos indicados em lei, o proprietário pode aumentar o valor do aluguel. Nessas situações, cabe ao locatário tentar negociar, concordar em pagar ou se mudar do imóvel — considerando a decisão mais vantajosa para suas necessidades e possibilidades.

 

Qual a principal atualização monetária nos contratos de locação?

Como você viu, é bastante comum usar o IGPM como base para reajuste dos aluguéis. Entretanto, essa prática não é obrigatória, já que as partes podem negociar isso livremente. Isso é importante porque as taxas variam conforme os movimentos do mercado.

Em alguns períodos, o IPCA pode ser superior, enquanto em outros o IGPM supera a inflação. Por exemplo, durante a pandemia de Covid-19 todos os índices que compõem o indicador tiveram um aumento.

Isso fez com que o IGPM disparasse — em 2020, ele fechou com alta acumulada de 23,14%. Por consequência, surgiram mais discussões sobre a revisão dos contratos de aluguel devido aos impactos no orçamento dos inquilinos, com pedidos de negociação.

Nas tentativas sem sucesso, muitos inquilinos optaram por um contrato de aluguel novo do que manter o antigo. Diante disso, proprietários e imobiliárias passaram a enxergar vantagem em adotar o IPCA como indexador do reajuste dos aluguéis.

Muitos contratos novos também estão sendo fechados com reajuste baseado no IPCA, que apresentou reajustes menos impactantes. Em 2020, por exemplo, ele fechou em 4,25%. Entretanto, sempre é importante ter em mente que os índices podem apresentar comportamentos diversos.

Logo, há riscos de que IPCA se torne mais elevado que o IGPM em determinado momento, afetando novos reajustes. Por esse motivo, não há uma resposta correta sobre qual o melhor índice para correção de contratos.

Tudo dependerá do momento e da projeção da economia para os próximos meses. Afinal, as oscilações do mercado podem levar até a um IGPM negativo — que se consolidou em 2017, por exemplo. Quando isso ocorre, o aluguel pode ser reajustado para baixo ou se manter sem alterações.

 

Qual a importância de conhecer a dinâmica desses reajustes?

Como você aprendeu, o reajuste do aluguel pode impactar tanto o locador quanto o locatário. Por isso, é importante que você conheça todas as regras envolvidas e os principais indicadores utilizados para essa finalidade.

Isso ajudará a identificar as melhores alternativas e já se antecipar para situações que podem levar a renegociações, como aumentos sucessivos nos índices. Dessa maneira, é possível buscar um valor de referência justo para todas as partes.

Além disso, como você viu, não existe um indicador que seja melhor, pois tudo dependerá do momento econômico e do próprio mercado. Embora um reajuste elevado possa parecer atrativo ao proprietário, ele pode levar ao encerramento do contrato pelo inquilino, trazendo riscos de vacância.

Assim, o importante é que a escolha seja baseada nas necessidades do inquilino e do proprietário, garantindo o equilíbrio financeiro do investimento. Também vale considerar questões como o estado do imóvel, a infraestrutura, a localização, a segurança na região etc.

Fazendo isso, será mais fácil identificar o índice ideal e, até mesmo, negociar os índices utilizados para encontrar uma condição que seja vantajosa para ambos.

Agora você sabe como funciona o processo de atualização monetária nos contratos de locação. Então lembre-se de que mudanças na economia podem fazer com que diferentes índices sejam usados como base para a alteração de valor. Portanto, vale considerar essas questões ao negociar os contratos.

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Aumento da procura por aluguel no mercado: um panorama do setor!

O panorama do mercado imobiliário tem mudado bastante nos últimos anos. Acontecimentos como a pandemia de Covid-19 influenciaram o setor e trouxeram novas perspectivas. Isso aconteceu, principalmente, devido ao aumento na procura por aluguéis.

De forma geral, a quarentena estimulou as pessoas a reavaliar o lugar onde vivem. Com isso, quem possui imóveis para alugar também encontrou oportunidades para se beneficiar do momento.

Neste artigo, você verá um panorama do setor imobiliário sobre a procura por aluguel de imóveis no Brasil. Continue a leitura e saiba mais!

 

A pandemia de Covid-19 e o mercado imobiliário

A pandemia que ganhou força em 2020 gerou uma crise econômica em diversos setores. O principal motivo é que as medidas utilizadas para conter a disseminação do vírus trouxeram diversas limitações. Nesse contexto, o mercado imobiliário também foi afetado.

Por exemplo, novas construções ficaram paralisadas devido às dificuldades que surgiram. A rotina de visitar casas e apartamentos para compra ou aluguel também foi afetada pela necessidade de distanciamento social. Além disso, muitas famílias tiveram problemas em suas fontes de renda.

No entanto, apesar das dificuldades, o mercado imobiliário apresentou alto poder de resiliência — e ajudaram a manter a economia aquecida. Com o auxílio da inovação, novas possibilidade surgiram para o setor nesse período.

Para tentar contornar as barreiras geográficas, a possibilidade de visitas online, por exemplo, aumentou. Ademais, alguns fatores foram importantes impulsionadores da retomada econômica — e do avanço do mercado mesmo diante das dificuldades.

Entre eles, estão as taxas básicas de juros, as linhas de crédito favoráveis e os bons preços nos imóveis. Assim, mesmo com o momento de baixa nos primeiros meses da pandemia, o setor imobiliário seguiu se recuperando e registrando altas.

A busca por casas e apartamentos para alugar em portais da internet, por exemplo, teve crescimento de 20% no terceiro trimestre de 2020 em relação ao mesmo período de 2019.

 

Principais tendências para o mercado imobiliários pós-pandemia

Uma das novidades trazidas pela pandemia e que deve se manter pelos próximos anos é o home office. Para economizar recursos, muitas empresas devem institucionalizar o trabalho remoto ao menos alguns dias por semana.

Assim, as pessoas precisarão de espaços maiores e mais confortáveis para trabalhar. Cômodos amplos poderão ser utilizados como escritório e esses fatores devem se refletir na busca por imóveis maiores.

Ainda, com o isolamento social, as famílias puderam passar mais tempo juntas. A tendência, portanto, é que elas queiram imóveis com ambientes que promovam a convivência familiar mais confortável. Isso deve impactar as novas construções.

As opções de lazer também precisarão ser reinventadas. Afinal, as casas e os apartamentos passaram a ser locais não só de trabalho, como também de estudo, exercícios e diversão. Com isso, as pessoas tiveram que adaptar suas rotinas à nova realidade, dando mais valor aos espaços privativos.

Não apenas casas e apartamentos maiores devem ser uma das principais tendências do mercado imobiliário pós-pandemia. Imóveis afastados também podem ser mais buscados, em razão da melhor qualidade de vida de algumas cidades pequenas em relação aos grandes centros urbanos.

Isso está diretamente relacionado à flexibilização que o home office oferece para os profissionais. Sem a necessidade de estar presente na empresa, é possível buscar ambientes mais calmos e tranquilos para morar, sem se preocupar com a distância do trabalho.

O uso da tecnologia também tende a ser uma importante mudança no segmento imobiliário. Com ela, as visitas podem ser agendadas de forma online e ganham muito mais praticidade quando são feitas por meio de chamadas de vídeo, por exemplo. Até mesmo as assinaturas de contratos foram otimizadas.

Toda essa movimentação gerou intensas buscas por novos imóveis, que atendessem às necessidades das famílias. Por isso, a procura por aluguéis acelerou.

 

Aumento nas buscas por aluguel

Como você viu, alguns fatores vêm refletindo na busca por novas opções de moradia e as buscas pelo termo na internet são crescentes. Além do avanço na procura em sites específicos, as buscas por casas para alugar no Google apresentaram um aumento de 668%, segundo a empresa.

Esse dado sinaliza que as pessoas têm se interessado em encontrar novos lugares para morar de aluguel. Por outro lado, a busca pelos aluguéis por temporada segue com demanda retraída. No entanto, a categoria vem reagindo às medidas de flexibilização.

O aquecimento do setor imobiliário, portanto, pode ser percebido em todo o país. Com o avanço na vacinação e a possível melhora da economia após a pandemia, a expectativa é que o mercado — especialmente a busca por imóveis para alugar — se mantenha cada vez mais aquecido.

 

Antecipação de aluguéis como alternativa

Diante do panorama favorável do setor imobiliário, quem tem imóveis para alugar pode aproveitar o momento para encontrar um locatário. Além disso, é possível receber de 1 a 12 meses de aluguel antecipado por meio da antecipação de aluguéis.

O processo é uma cessão de créditos do contrato de locação. Ou seja, funciona como uma compra e venda do direito de receber os aluguéis futuros. A operação permite que o proprietário antecipe os valores que seriam recebidos a prazo e possa recebê-los à vista.

Você pode usar o montante referente à antecipação de aluguéis para o que precisar. Por exemplo, é possível quitar o condomínio, reformar ou mobiliar o imóvel, fazer investimentos, entre outros planos. O dinheiro fica disponível para o proprietário, que tem a liberdade de usá-lo conforme sua conveniência.

Vale destacar que a antecipação é isenta de Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), o imóvel não entra em garantia e, se o inquilino não pagar, você não será cobrado. Para trazer ainda mais benefícios, todo o processo é 100% digital, rápido e sem burocracia.

Entender o panorama do mercado imobiliário brasileiro permite aproveitar oportunidades conforme as tendências. Nesse cenário, quem tem imóveis disponíveis para locação pode se beneficiar da situação atual. Afinal, muitas pessoas têm buscado imóveis para alugar, tanto em suas cidades quanto em outros locais que desejam morar.

Gostou do conteúdo e ficou interessado em alugar sua casa ou seu apartamento? Complemente a leitura e descubra como agilizar o processo de locação de imóveis!

Como usar a antecipação de aluguel para fazer sua imobiliária crescer?

Diante dos competidores do setor imobiliário, é essencial buscar formas de se destacar e de atrair mais proprietários e inquilinos. Uma das maneiras de fechar novos contratos de locação e fazer a imobiliária crescer é a antecipação de aluguel.

Ao oferecer esse serviço, por meio de uma parceria com uma empresa especializada, é possível alcançar um novo patamar no mercado. Porém, você deve saber como aproveitar essa ferramenta da melhor maneira.

A seguir, descubra como explorar a antecipação de aluguel a favor do crescimento da sua imobiliária!

 

O que é e como funciona o adiantamento de aluguel?

O adiantamento de aluguel consiste em uma antecipação dos valores dos aluguéis futuros para o locador. Em vez de receber em parcelas mensais, o proprietário pode receber tudo de uma só vez, com desconto.

Nesse caso, quem realiza o pagamento adiantado não é o locatário, e sim uma empresa especializada neste tipo de operação, que disponibiliza os recursos. A imobiliária, então, fica responsável por repassar os aluguéis para a empresa que comprou os créditos do locador do imóvel.

Bastante interessante, não é mesmo?

 

Quais são as vantagens do adiantamento de aluguel?

Como você pode imaginar, a antecipação de valores que são recebidos na locação é benéfica para todos os envolvidos.

O proprietário não precisa se preocupar com inadimplência do inquilino e recebe todo o dinheiro de uma só vez. Com isso, pode usar o valor para gastos pessoais ou realização de projetos e investimentos.

Também é uma alternativa atraente para quem atua no setor imobiliário. As administradoras e as imobiliárias se beneficiam dessa parceria gratuita. Assim, o serviço diferenciado pode agregar valor e ajudar no crescimento do negócio.

Outra vantagem é que a antecipação de aluguel é legal quando é realizada por uma empresa especializada, que compra os créditos do locador e não prejudica em nada o inquilino.

 

Como a antecipação ajuda a imobiliária a crescer?

Como dito, as imobiliárias também são beneficiadas por esse serviço. Não é preciso pagar nada à empresa que disponibiliza os recursos, ao mesmo tempo em que a parceria pode render bons frutos.

Primeiramente, é uma forma de oferecer uma solução interessante para seus clientes e se tornar mais competitiva no mercado. Na prática, seu negócio se posiciona como uma imobiliária diferenciada, obtendo destaque e favorecendo a expansão da cartela de clientes.

Afinal, ao se destacar da concorrência, a empresa atrai novos consumidores. Em especial, aqueles que veem no adiantamento de aluguel uma ferramenta interessante de liquidez financeira imediata.

Para completar, há total suporte da empresa que adianta valores, com treinamento da equipe e divulgação ampla. Como consequência, é possível fortalecer um plano de consolidação e expansão da imobiliária.

 

Como usar essa ferramenta para fazer a imobiliária crescer?

Considerando que o adiantamento de aluguel pode ser tão importante na conquista de mais clientes, é fundamental que a imobiliária saiba como utilizar o recurso corretamente, não é mesmo?

Tudo deve ser feito de modo estruturado e estratégico, exatamente para garantir os resultados esperados. Na sequência, veja algumas dicas para adotar essa ferramenta em seu negócio e usufruir dos benefícios que ela pode oferecer!

 

Encontre uma empresa que una qualidade e segurança

O primeiro passo para oferecer a antecipação de aluguel para os locadores é escolher uma boa empresa parceira. A responsável deve atuar de forma totalmente regular, ao mesmo tempo em que precisa ser inovadora.

Por isso, vale a pena buscar uma instituição que tenha boa capacidade financeira, processos padronizados, atuação digital e etapas sem burocracia – como a Bold Finance. Logo, a experiência do proprietário será a melhor possível e isso se refletirá positivamente sobre a imobiliária.

 

Realize o treinamento dos colaboradores

É muito importante que todos os corretores e agentes imobiliários conheçam muito bem essa ferramenta e possam orientar os locadores. A melhor maneira de garantir isso é por meio de um treinamento completo.

Uma boa empresa de antecipação de aluguel oferecerá essa capacitação — e você também pode reforçar o treinamento no cotidiano da imobiliária. Como consequência, aumentam as chances de conseguir mais clientes e fazer sua imobiliária crescer no mercado.

 

Tenha uma divulgação ampla

Muitos donos de imóveis sequer conhecem a possibilidade de antecipar aluguéis. Para sair à frente dos concorrentes e expandir a carteira por meio do diferencial competitivo é fundamental investir em divulgação.

Use a ferramenta como um recurso para atrair o interesse de novos locadores e fechar mais contratos para sua imobiliária. Também é importante reforçar, desde o início do atendimento, a possibilidade de usar o serviço.

Além disso, deve-se considerar informar os proprietários atuais da novidade. Assim que fechar a parceria, realize uma campanha de divulgação para toda a base de clientes, demonstrando a solução. Quanto mais pessoas se interessarem, melhor será para a sua imobiliária.

 

Destaque os pontos positivos da antecipação

Uma novidade nem sempre é bem compreendida desde o começo. Para ajudar os locadores a tomarem a decisão, é importante deixar claro o que eles ganharão com a antecipação de aluguel.

Demonstre, por exemplo, que essa é uma forma de ter acesso ao dinheiro facilmente, sem burocracia e sem longas esperas. A liquidez é imediata e os benefícios no longo prazo são muitos.

Vale evidenciar também que não se trata de empréstimo. E tampouco o imóvel precisa ser dado como garantia. É importante, ainda, destacar a segurança, a facilidade de contratação e os diferentes usos que podem ser dados ao dinheiro antecipado.

Por fim, mais uma vantagem que deve ser apontada está no fato de que a antecipação de aluguel é isenta de Imposto de Renda. Isso porque ela possui um benefício fiscal previsto em lei e que está à disposição para ser utilizado pelos proprietários.

 

Aproveite o programa de indicação

Se a parceria realmente for positiva, a imobiliária poderá ganhar comissão com cada cliente que antecipar o aluguel. Os corretores também poderão se beneficiar com premiações por indicações. Então é interessante estimular que os profissionais busquem novos locadores interessados nessa solução.

O programa de indicação, portanto, pode ser uma alternativa interessante para estimular e valorizar a equipe. E, como consequência, fazer sua imobiliária crescer e ganhar destaque no mercado.

Como você viu, a antecipação de aluguel pode trazer inúmeras mudanças positivas à sua imobiliária — desde que seja usada de modo estratégico. Com essa ferramenta, será possível entregar mais valor para os proprietários e ter maiores chances de crescimento em um mercado cada vez mais competitivo!

Quer aproveitar a alternativa ao firmar parceria com uma empresa referência na antecipação de aluguel? Então descubra o que oferecemos e seja parceiro da Bold Finance!